Todo mundo sabe reconhecer um “ano bom”: resultados acima da meta, consumo aquecido, investidores animados, previsibilidade que permite planejar sem medo. O que quase ninguém aprende é a reconhecer (e, principalmente, aproveitar) um ano considerado “ruim”. 2025 foi um desses anos desafiadores, com margens apertadas, consumo desaquecido, efeitos deflacionários, e pressões de custo e investidores […]