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Brasil é o segundo país que mais atrai investimento estrangeiro em 2025

autor

Isabel Cardeal

03 nov 2025
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25 e 26 de agosto de 2026

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O dado que chama atenção:

Segundo a OCDE, divulgado por Valor Econômico e Exame, o Brasil encerrou o primeiro semestre de 2025 como o 2º país que mais recebeu investimento estrangeiro direto (IED) no mundo — atrás apenas dos Estados Unidos.

Foram US$ 38 bilhões aplicados por empresas estrangeiras em fábricas, startups e centros de tecnologia — um crescimento de 48% em relação a 2024.

Diferente dos investimentos em Bolsa, o IED reflete apostas de longo prazo — abertura de filiais, fusões e infraestrutura. É um termômetro da confiança internacional na economia brasileira.


O que explica o bom desempenho de investimento estrangeiro:

Segundo a OCDE, parte desse avanço vem de:

  • Retomada industrial e novos projetos de fusão e aquisição;
  • Fortalecimento da indústria de base e transformação;
  • Busca por destinos emergentes estáveis, onde o Brasil aparece como opção sólida e atrativa.

Mesmo com juros altos e incertezas fiscais, o país segue sendo visto como porto seguro para o capital de longo prazo.


Oportunidades que surgem no horizonte:

Esse movimento de investimento estrangeiro cria novas frentes para quem atua em supply chain, logística, compras e tecnologia:

  • Expansão industrial:novas plantas e centros de distribuição demandam eficiência logística.
  • Integração global:multinacionais ampliando presença no país exigem cadeias locais robustas.
  • Transição sustentável: investimentos vêm acompanhados de metas ESG e digitalização.
  • Capital humano: cresce a busca por líderes capazes de conectar inovação, produtividade e governança.

Uma leitura de futuro:

Em tempos de incertezas, é importante lembrar que confiança também é um ativo econômico. O volume de IED mostra que, mesmo diante das turbulências, o Brasil continua relevante e promissor no mapa global.

“Os desafios são reais — mas as oportunidades também. O que define o futuro é onde escolhemos colocar o foco.”

Fontes: Valor Econômico — Brasil foi o 2º principal destino de IED entre janeiro e junho; Exame — Apesar da instabilidade, Brasil atrai capital estrangeiro.

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